Jogos, chefs e robots no mundo do faz de conta

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Estivemos a jogar "O mundo do faz de conta" em que o objetivo era preencher os dedos de uma mão com fantoches, numa TeleAula com a escola do IPO. Foi divertido e houve muitas gargalhadas.


Alunos e professora a olhar para ecrã (TeleAula - sessão de videoconferência)


Com a Sandra do Pavilhão do Conhecimento fizemos de conta que éramos "Chefs". Criámos na nossa escola um laboratório de cozinha molecular e confecionámos caviar de frutos.






O professor Paulo Torcato esteve na nossa escola para algumas “aulas privadas" de Scratch e para construir um robot.
Na primeira fizemos uma pequena história que acreditamos ser só um início já que esta aluna ADORA escrever e aprender coisas novas!
Na segunda, construímos um robot e ensinámo-lo a sentir e a ver.




Também levámos o professor Paulo Torcato para reencontrar um velho amigo do projeto O Robot ajuda! na escola do CMR Alcoitão. A sala esteve bem composta também com novos amigos. Foi uma tarde muito bem passada.






Ter TeleAula e contar como foi

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O Clube de Educação Tecnológica da EBI da Bobadela propôs em mais uma TeleAula uma atividade de engenho, saber e arte!
Contamos que a TeleAula seja um veículo de troca de saberes e partilha de experiências. Apreciamos o tempo e os materiais em que os nossos parceiros investiram. Aprendemos muito com a sua generosidade e criatividade. Contamos com a sua sábia orientação e com a nossa capacidade de improviso.
Desta vez construímos um carrinho movido a eletricidade e comandado por magnetismo.

A apresentação dos intervenientes

Enquanto noutro espaço da sala decorria uma atividade diferente
O início da construção
Diferentes fases do processo
Atenção...
...na execução.
Alunos e professores trocando impressões

Fica o curto vídeo de demonstração do funcionamento do engenho:

Esperamos que tenham gostado tanto de ver como nós gostámos da experiência deste desafio!

Cientistas e políticos

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Comemorámos o dia 25 de abril com alegria e concentração.
O professor Fernando simulou uma manifestação contra o governo antes de abril de 1974, ou seja, durante o regime do Estado Novo e acabámos todos na prisão, claro! sempre a fazer de conta...
Surgiram ideias interessantes e memórias contadas, algumas vividas, outras ouvidas de pais e avós. Sim, na nossa sala, estiveram presentes várias gerações de pais e avós que nos ofereceram as suas experiências.
A professora Sónia leu o conto O tesouro de Manuel António Pina e explicou com exemplos a vida em Portugal antes do 25 de abril de 1974. Falámos de cartazes famosos, do significado do cravo vermelho, de músicas da revolução que cantámos ao som da guitarra, Vejam bem e Grândola, Vila Morena.

Fizemos o nosso próprio cartaz, visionámos o filme 25 de abril - infominuto da RTP e, sob orientação da professora Sandra, realizámos a experiência Cravos de mil cores, uma clássica experiência científica.
Como fazer esta experiência? É simples. Apresentamos o protocolo.

ATIVIDADE LABORATORIAL
Simulando a Contaminação das Plantas por Águas Poluídas

Material

  • Corante alimentar de cor azul
  • Corante alimentar de cor verde
  • Corante alimentar de cor vermelha
  • Água
  • 4 Garrafas de água vazias
  • 1 Tesoura
  • 1 Marcador ou etiquetas
  • Flores brancas (Exemplo: cravos)
  • Lupa

Procedimento

  1. Numera as 4 garrafas de água vazias com o marcador ou utiliza etiquetas.
  2. Na garrafa com o número 1 coloca água da torneira.
  3. Na garrafa com o número 2 coloca água da torneira e junta-lhe corante alimentar azul.
  4. Na garrafa com o número 2 coloca água da torneira e junta-lhe corante alimentar verde.
  5. Na garrafa com o número 2 coloca água da torneira e junta-lhe corante alimentar vermelho.
  6. Aguarda três dias.
  7. Regista os resultados obtidos.
  8. Com a tesoura corta transversalmente o caule de cada uma das plantas.
  9. Observa com a lupa e regista os resultados.
  10. Procede do mesmo modo utilizando uma pétala de cada uma das flores.
  11. Observa e regista os resultados.

Discussão dos Resultados


  1. Refere o que ocorreu a cada uma das plantas após a realização da atividade
  2. Prevê o que acontecerá às plantas ao absorverem, no seu meio, água contaminada.











A maioria das plantas absorve a água e os nutrientes necessários através da sua raiz, levando a água pelo caule até folhas e flores. As flores cortadas não têm raiz, mas absorvem água de vasos ou jarras onde são colocadas. Quando o corante é adicionado à água, é absorvido pela planta, tingindo as flores. O processo funciona especialmente bem em cravos brancos e, às vezes, em rosas.
Quando a água se evapora pelas folhas e pétalas, o processo chamado transpiração “puxa” mais água pelo caule da planta para repor a água que foi perdida. O movimento da água é chamado de ação de capilaridade. Uma vez absorvida pelas raízes ou pelo caule cortado, a água e tudo que ela contém, incluindo corantes, viajam pela planta em tubos chamados xilemas. Quatro dias depois da experiência, os cravos ficaram deste modo:


Os corantes alimentares pretendem simular a ação de um poluente na água que é absorvido pelas plantas.

Viajando por histórias especiais!

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Histórias de Amor

No projeto Mitologia estivemos a explorar as belas histórias de amor da mitologia. A história mais apreciada pelos nossos alunos foi uma das lendas mais conhecidas da mitologia grega, a de Eros e Psiquê.
Eros era filho da deusa do amor, Afrodite, uma imortal de beleza enorme. Psiquê era uma mortal, filha de um rei importante.
Psiquê e as suas duas irmãs eram muito belas, capazes de despertar a admiração de qualquer pessoa. As irmãs de Psiquê casam-se mas ela não, apesar de ser a mais bela das três. Os seus pretendentes tinham medo da sua beleza.
Consultando os oráculos, os pais da jovem entristeceram-se pelo destino da filha. Foram aconselhados a deixar Psiquê num alto de um rochedo vestida de noiva, para ser desposada por um terrível monstro!
Assim, Psiquê foi deixada no alto do rochedo e um vento muito forte, Zéfiro, soprou e levou-a para um local mágico. Psiquê acabou por descobrir que o marido que lhe estava predestinado, Eros, afinal era extremamente carinhoso.
O marido de Psiquê exigiu uma condição que não podia ser quebrada: ela nunca poderia ver o seu rosto. Eros não queria que ela o amasse só por causa da sua beleza. Psiquê aceita e promete não quebrar o desejo do marido.
Mais tarde, Psiquê vai visitar a casa dos pais. O reencontro gera a felicidade dos pais e a inveja das irmãs. Elas acabam por convencer Psiquê a quebrar a promessa.
Em casa, quando a noite chega, Psiquê acende uma vela e procura ver o rosto do marido. Ela fica totalmente encantada pela beleza do marido. Eros ao ver que ela tinha quebrado a promessa, abandona-a.
Sozinha e infeliz, Psiquê cai num sono profundo. Ao vê-la tão triste e arrependida, Eros, que também sofria com a ausência da amada, implorou a Zeus que tivesse misericórdia deles.
Com a concessão de Zeus, Eros usou uma de suas flechas, despertando a amada, transformando-a numa imortal e levando-a para o Olimpo.
A partir daí, Eros e Psiquê nunca mais se separaram. O mito de Eros (o amor) e Psiquê (a alma) retrata a união entre o amor e a alma.


Um livro especial...

Um menino especial teve uma manhã especial com um livro ainda mais especial...
Este livro conta a história do Pinóquio e foi criado pela equipa Pimpolina para ser explorado por crianças hospitalizadas.



Dia da Mãe

Aqui fica o nosso mimo para o Dia da Mãe...




Sismos, circuitos e robótica

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Com a Sandra e o Ricardo do Pavilhão do Conhecimento fizemos de conta que éramos sismólogos. Falámos dos sismos no mundo, das escalas, dos vários tipos de falhas e ondas e simulámos como é que elas se formam.
Por fim, construímos um sismógrafo e registámos as nossas vibrações.
Foi uma tarde tremenda!





Numa outra sessão, a Sandra trouxe os Little Beats.
Explorámos e construímos vários circuitos e, no final, conseguimos produzir movimento, luz e sons.




Aqui estão alguns dos nossos circuitos, um leão colorido que era diferente dos outros e ainda uma macaca animadora de festas e DJ em part-time.


O professor Paulo Torcato trouxe a Nicole e o Alex para mais uma sessão de robótica. Tivemos a sala cheia... com alunos dos 6 aos 18, de várias nacionalidades (portugueses, angolanos, guineenses, são tomenses, cabo-verdianos e ainda ingleses ) com orientação em português e inglês. Desta vez, a nossa tarefa foi desmontar e montar o robot.



A mente conta muito

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Quando não podemos fazer de conta ...que alguma coisa nos passa ao lado

A Psiquiatria da Infância e Adolescência, ou Pedopsiquiatria, é uma especialidade médica que se dedica à prevenção, diagnóstico e intervenção de perturbações emocionais e comportamentais de crianças e adolescentes, tendo como principal objectivo a promoção de um desenvolvimento psicoafectivo adequado.
As doenças mentais nem sempre se veem e, também por isso, muitas vezes não são compreendidas, sendo mesmo estigmatizadas e estigmatizantes. Não nos esquecemos que são doenças que a todos nós podem afetar, podendo ser tão incapacitantes como qualquer outra doença, limitando ou impossibilitando o normal da vida.
Existe no Hospital Dona Estefânia um Serviço de Pedopsiquiatria com o qual trabalhamos há muitos anos e onde muitos e muitos jovens já conhecemos!
Dedicamos esta publicação a todos estes alunos que connosco trabalharam, a todos os outros que por lá passaram e não chegámos a conhecer e a todos os profissionais de saúde que com eles trabalham diariamente com tanta dedicação e carinho.
A atividade de apoio escolar desenvolvida no âmbito desta especialidade, tal como noutras, desenvolve-se em modo de apoio indireto e/ou de apoio direto ao aluno, por vezes na unidade de internamento, outras vezes na nossa sala de trabalho. A manutenção de alguma rotina escolar e o apoio individualizado aos conteúdos curriculares procuram não só contribuir positivamente para o tratamento mas também contribuir para a reintegração escolar no pós-alta.
Das atividades de apoio direto ao aluno resultam produções muito interessantes de que vos queremos dar conta. Perguntarão os leitores: Porque lhes dão este destaque? Ao que respondemos: Porque de outro modo não as distinguiríamos de entre quaisquer outras! Aqui fica o registo de alguns momentos de trabalho destes jovens.

Desenhando e pintando - autorretrato

Exercitando a matemática

Desenvolvendo estratégias - o jogo do semáforo

Construindo um jogo matemático para a multiplicação

"Rir é o melhor remédio", e coletivamente ainda mais

Jardinando na horta pedagógica

Cadernos diários digitais, que têm muito que contar