A chegar a bom porto

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Com a nossa viagem quase a chegar ao fim, vamos aportando em locais que nos confortam, nos dão vontade de continuar e nos transmitem conhecimento.

A visita dos museus

Museu do Mar

No dia 26 de abril, recebemos a visita de mediadores culturais do Serviço Cultural e Educativo do Bairro dos Museus, mais especificamente do Museu do Mar Rei D. Carlos: Eugénia Alves, Adelaide Palet, Vítor Ortiz e Lurdes Faustino.
Em primeiro lugar, foi dado a conhecer o acervo do museu através de fotografias, assim como realizada uma viagem virtual ao passado da bonita vila piscatória de Cascais.
Em seguida, a apresentação da animação Nem tudo o que vem à rede é peixe, teatro de luz negra, deu-nos a oportunidade de refletir sobre aspetos da biodiversidade, da preservação dos oceanos e das causas que têm levado à extinção de algumas espécies marinhas.

Uma tartaruga e um espadarte com uma garrafa presa no maxilar superior feitos de espuma cor de laranja pousados numa cadeira atrás do tapume.
A tartaruga e o espadarte à espera nos bastidores
Eugénia aponta para a imagem da família do rei D. Luís projetada no quadro interativo e os alunos escutam atentamente.
Eugénia dá informações sobre a família do rei D. Luís
Teatro de luz negra com figuras de peixes feitas em tecido de espuma e pintadas com tinta fluorescente.
O teatro de luz negra
Eugénia mostra o peixe em espuma cor de laranja aos alunos.
Eugénia mostra aos alunos de que são feitas as personagens

Centro Cultural de Cascais (CCC)

No dia 3 de maio, as mediadoras culturais Mariana Pinto e Tânia Furtado, do Serviço Cultural e Educativo dos Bairro dos Museus, ofereceram-nos um ateliê pleno de cor e criatividade.
A sessão Carimbos Artesanais começou com a apresentação do CCC e, a partir da exploração de alguns quadros do pintor Filipe Rocha da Silva, pertencentes à exposição permanente da Coleção da Fundação D. Luís I, exploraram-se os conceitos de Cor e Padrão com recurso a carimbos artesanais.
O resultado culminou numa grande cidade colorida e movimentada.

Os alunos escutam com atenção as mediadoras culturais do Centro Cultural de Cascais.
Apresentação em Power Point do Centro Cultural de Cascais
Uma mãe ajuda o seu filho que se encontra no mobile standing frame a fazer o trabalho com carimbos.
A jogar com as formas e as cores
Uma mãe e um filho em cadeira de rodas sentados numa secretária elaboram o seu trabalho de pintura.
Mãos à obra!
Um carimbo que representa um predio feito com várias camadas de papel eva.
Carimbos artesanais
Um aluno e pos seus pais trabalham em conjunto em folhas de papel aguarela e carimbos artesanais.
Fragmentos da cidade a tomarem cor e vida
A cidade colorida com formas que representam flores, nuvens, folhas, chuva, pessoas...
A cidade concluída
Para informação adicional sobre estas atividades, consulte, por favor, a nossa página de facebook Escola Básica Gracinda Antunes Valido e Projeto TeleAula.

Datas comemorativas

Comemorámos o dia 25 de abril com a leitura de uma adaptação do conto O Tesouro, de Manuel António Pina. Depois de alguns depoimentos sobre esta data histórica e outras explicações, os jovens e crianças presentes, assim como os seus pais, puderam cantar músicas, acompanhadas à guitarra, que celebram a Revolução dos Cravos.
A professora conta sentada a história acompanhada do professor que toca uma guitarra e os alunos escutam com atenção.
A leitura do conto
A professora olha para o  professor que gesticula a explicar algo.
Outros apontamentos sobre a Revolução dos Cravos


Viva a liberdade

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Viva a liberdade!

Dedicámos os últimos dias de abril à descoberta da palavra liberdade.
O que é a liberdade? Que liberdades podemos ter? Que relação existe entre liberdade e direito?
Claro que a resposta mais ouvida foi "liberdade é poder fazer tudo o que queremos!". É preciso refletir e consciencializar a ideia de liberdade...
E a liberdade política... onde existe? Como foi conquistada em Portugal?
Realizámos a leitura expressiva de um diálogo sobre a liberdade, a democracia e a ditadura.
Pintámos cravos e recontámos a história da nossa revolução.
No final, todos souberam apreciar o que custou a liberdade!


Viagens passadas não são apagadas

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Viajámos pelo mundo e conhecemos diferentes cidades.
Foi uma bela viagem na companhia da escola do IPO!





Tivemos uma sessão presencial com a Sandra do Pavilhão do Conhecimento.
Explorámos os LittleBits: peças modulares que, consoante a forma como se ligam, permitem elaborar circuitos com luzes, sons e movimentos.




E, usando a imaginação, demos vida aos animais que construímos.

Também experimentámos o Globo Plasma que ativa a luz dos raios com o toque das nossas mãos. 
UAUUUU, que choques levámos!


E, quase no final do 2.º período letivo, a Sandra, do Pavilhão do Conhecimento, desafiou-nos a construir uma máquina de rabiscos.
Começámos por aprender como dar energia à nossa máquina e depois, foi a nossa criatividade que foi posta à prova.
Divertimo-nos muito !!!!




Curso Pedagogia hospitalaria

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Professora Olga Lizasoain
A professora Olga Lizasoain, pedagoga e autora de livros sobre o apoio escolar a alunos em contexto hospitalar, ministrou recentemente mais uma edição do curso Pedagogia hospitalaria na plataforma Miríada X.
O curso apresenta os aspectos específicos do trabalho com alunos hospitalizados que, para além de conviverem com a doença e com os respectivos procedimento médicos, devem também resolver os problemas da ausência de uma vida normal e os impactos sobre os contextos escolares, sociais e familiares.
Os objetivos do curso são analisar o impacto da doença e da hospitalização na vida pessoal e social dos alunos e das famílias e apresentar propostas de ação a partir da pedagogia hospitalar para a inclusão social e escolar dos alunos em situação de doença.
Aberto para consulta a todos os interessados, o curso é constituído por 7 módulos: Contextualização da Pedagogia Hospitalar; A doença na etapa infanto-juvenil; A hospitalização e suas características; Indicações gerais de actuação pedagógica no hospital; As aulas hospitalares; Intervenção educativa domiciliária; O regresso à escola.
O curso está disponível em língua espanhola.
A plataforma Miríada X é uma iniciativa da Telefónica Educación Digital e da Universia que, desde janeiro de 2013, apresenta cursos online (MOOC) de excelente qualidade, propostos por de centenas de universidades ibero-americanas num espaço em que se transmitem conhecimentos de forma livre de modo a fomentar a partilha de experiências e ideias.
[Este artigo foi também publicado na página do CANTIC.]

Do Carnaval à Páscoa foi um saltinho de coelho

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Temos viajado muito pelas enfermarias, mas ainda tivemos tempo para visitar algumas datas importantes...

Dia Mundial do Rim

No dia 9 de março fomos para o Jardim da Bia participar nas brincadeiras da equipa de palhaços Nariz Vermelho e ouvir com muita atenção as palavras da Dra. Gisela Neto, do serviço de Nefrologia, sobre o comportamento que todos devemos adotar para os nossos rins continuarem saudáveis e a funcionar bem.

 


Para chamar a atenção para este dia, elaborámos com as nossas alunas, Ingrid, Isa Mara e Patrícia, um cartaz que afixámos na porta da nossa escolinha.




Dia do Pai

Para elaborar um miminho para o pai, convidámos as nossas queridas amigas experts em origamis, a educadora Isabel Gomes e a nossa aluna, também poetisa, Margarida, que nos levaram a passear pelo mundo das dobragens.


E foram tantas as dobragens que aprendemos! Eis o resultado:






Dia do conto stand-up

Viajámos nas estórias criadas pela imaginação dos voluntários do Banco de Portugal.
O Pai Natal e um dos seus duendes vieram contar-nos estórias do arco-da-velha.



Foi uma sessão desconcertante e muito divertida!

Dia de colheita

A primavera está mesmo aí em força, prova disso foi a produção obtida no nosso minilatifúndio: ervilhas, batatinhas, e ainda falta o rabanete.








Resta-nos desejar a todos uma Páscoa Feliz, com muitas amêndoas e ovinhos de chocolate.

Viajantes com Arte

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A visita dos museus

Farol Museu de Santa Marta

Recebemos a visita do senhor Faroleiro Santa Neto, da Direção de Faróis, que nos contou pormenores da sua vida quotidiana e profissional e nos explicou o significado dos desenhos nas divisas (braçadeiras) e nos bonés utilizados pelos faroleiros portugueses e ainda nos ensinou a fazer a continência.
A Dra. Inês Brandão e a Manuela Pereira (equipa técnica do FMSM) trouxeram consigo a maqueta do farol, alguns instrumentos mais utilizados e dois livros de registos que estivemos a consultar.
Sabiam que o único farol em Portugal com riscas azuis e brancas é o de Santa Marta? Que limpar os amarelos é uma das tarefas de faroleiro? Que a profissão de faroleiro é das mais multifacetadas que existem?

O Senhor Faroleiro Santa Neto abre a porta da escola
O Senhor Faroleiro Santa Neto fardado e a Dra. Inês conversam com uma aluna
Dois alunos, um em pé e outro em cadeira de rodas, fazem a continência com os bonés na cabeça e as divisas colocadas nos ombros
A Dra. Inês apresenta a maqueta do Farol de Santa MartaUma caixa pequena da maqueta com miniaturas de uma cama, mesa, fogão que simulam a casa de um faroleiro
A maqueta do Farol de Santa Marta vista de cima e uma fotografia antiga com os netos de um faroleiro

Centro Cultural de Cascais

As mediadoras culturais deste espaço, Mariana Pinto e Tânia Furtado, ofereceram-nos uma sessão dedicada à técnica de aguarela baseada na exposição do grande pintor português Alfredo Roque Gameiro. Esta atividade educativa deu frutos para continuarmos, ao longo da semana, a pintar e a redigir o nosso autorretrato para uma futura exposição no jornal de parede da nossa escola.
Parede da sala da escola com dois retratos a aguarela emoldurados

Alunos a trabalhar em conjunto com mães e mediadoras culturais

Aluna em cadeira de rodas a pintar com aguarela

Mão de aluna com pincel a trabalhar no seu retrato

Museu da Marioneta

Os técnicos de museologia, Filipa Camacho e Pedro Valente, dinamizaram um ateliê de elaboração de fantoches a partir de uma meia. Soubemos segredos das marionetas e a sua história ao longo dos tempos, manipulámos marionetas de todos os feitios e formas. Sabiam que a sombra tem cor?
Aluno deitado numa maca apresenta o seu fantoche já concluído
Os técnicos do Museu da Marioneta apresentam um fantoche feito a partir de um pano do pó e os alunos observam o momento divertido
Um dinossauro marioneta é manipulado pelo Pedro e uma aluna estica o dedo em direção à boca do bicho que está aberta de forma feroz
Outra marioneta manipulada pelo Pedro com uma grande dentadura abre a boca em direção a uma aluna
O Pedro ajuda um aluno na cama a construir a sua marioneta
As mão de um aluno em maca a construir o seu fantoche a partir de uma meia com cola, tesouracartolinas e esponja.

Dia Mundial da Poesia

Comemorámos este dia, ao longo da semana, embora saibamos que todos os dias podem ser dias de poesia. Na disciplina de Português, abordámos o texto poético e as noções de versificação, a conotação e alguns recursos estilísticos e elaborámos poemas a partir de perguntas acerca de um sentimento à nossa escolha. Lemos e ouvimos poemas do livro O Segredo do Papa-formigas de Beatriz Osés, com ilustrações de Miguel Ángel Díez, da editora Kalandraka, e construímos um poema com versos escolhidos dos poemas da autora. O Daniel ainda desenhou à vista, a carvão e a pastel, uma das ilustrações do livro.
O que é a poesia?
Um pedacinho de palavras para ler; algo de bom; uma forma de expressão sentimental e intelectual; palavras que rimam; palavras de pessoas que estão apaixonadas; um texto estruturado com versos que rimam ou não entre si.
Alguns poemas:

A saudade é cinzenta
como um buraco negro.
Sabe a limão,
porque é amarga.

Faz-me sentir frágil
como uma flor de estufa.
E assim a saudade
se assenta.
(Daniel, 17 anos)

O amor é complicado
confuso e demorado.
Se gostarmos de alguém,
temos de lutar
até ao fundo do mar.

O amor é silêncio.
É ficarmos sem palavras.
Sem saber o que dizer.
Sem saber o que fazer.
(Bernardo, 17 anos)

A alegria é amarela.
Sabe a gelado de morango
e cheira a laranja.

A alegria é música.
É o C4Pedro a cantar
aos meus ouvidos.

É estar contente
e sentir o vento
a passar.
(Maimuna, 13 anos)

Gosto de sentir saudade,
porque recordo o meu avô.
A saudade é azul,
cheira bem
e sabe a leite.
É leve como o algodão.
(Inês, 9 anos)

A felicidade é vermelha.
Sabe a água
e cheira a amor.

Gosto da felicidade,
porque é bonita
e faz-me sentir
adorar as pessoas.

Amar as pessoas é bom!
Amo a minha irmã!
Adoro-te, mamã!
O meu papá é querido!
(João, 8 anos) 

O livro "O Segredo do Papa-formigas" aberto num poema que fala sobre o velho tigre e um desenho onde se pode ver um tigre personificado à janela.
O poema coletivo ficou assim:
Esta noite sonhei.
TIC TAC
Conta-me em voz baixa.
TIC TAC
Todos os dias
o papa-formigas
e as formigas ressonam
e vestem o pijama.
Desenho a carvão e a pastel elaborado por um aluno que reproduziu a ilustração do livro.